Superproter ou superpermissivo: Como amar e educar nossos filhos na dose certa?



Pais superprotetores, crianças sem autonomia. Pais confusos, crianças controladoras. Pais ansiosos, crianças agitadas. Nessa sociedade moderna e apressada, a tarefa de educar os filhos, com amor e limite na medida certa, parece ser cada vez mais difícil.


No entanto, quem se dispõe a acolher uma criança em seu lar tem que procurar um equilíbrio nas suas ações e nas suas emoções, para que possa orientar aquele pequeno ser, tão necessitado de amor e proteção. Mas vale lembrar: um amor que acalenta e uma proteção que não sufoque. Tudo sem excessos.


Tenho visto nos últimos tempos uma grande falta de equilíbrio nessa relação entre pais e filhos. Na dúvida entre o certo ou errado, os pais buscam uma única forma para estabelecer essa relação e acabam pecando por excesso de zelo ou por descontrole total da situação.



Nessa relação “8 ou 80” muitos pais impedem que as crianças explorem o mundo, que lidem com o risco, com a frustração, por outro lado, outros já deixam que elas reinem nas decisões e determinem tudo, até o funcionamento da casa. Quantos pais não deixam que os filhos sejam expostos constantemente ao mundo adulto como a mídia nos impõe, por exemplo? E quantos outros proíbem tudo e deixam as crianças “fora do mundo”? Quantos pais não deixam que as crianças acreditem que devemos atender a todos os seus desejos?


Nem protetor demais, nem descuidado demais. Nem controlador demais, nem permissivo demais. O que precisamos é saber dosar os nossos sentimentos e ações. Como pais precisamos refletir sobre qual tipo de infância queremos para os nossos filhos, quais vivências e experiências queremos que eles levem para as suas vidas. Só assim poderemos redirecionar as nossas atitudes e posições em busca do melhor para as crianças.


Temos que olhar com grande sabedoria e seriedade os problemas na vida infantil que estamos presenciando e fazer algo. Ter equilíbrio, ter bom senso, esquecer os radicalismos e entender que cada criança é uma e tem a sua realidade, o seu momento, a sua forma de interagir com o mundo e de aprender com as situações que experimenta.


Para isso, talvez seja necessário conviver mais, estar mais próximo, abraçar mais, conversar mais, brincar mais com os filhos e fazer parte do cotidiano deles, não apenas das obrigações, das correções ou das comemorações. Precisamos ser a mão que acolhe no momento de frustração e do medo, e ser o apoio emocional importante para que eles se tornem tolerantes e seguros. Precisamos também aprender a dizer não quando for necessário e aproveitar o momento para compartilhar o aprendizado. Mais do que isso, precisamos nos fazer presentes na vida das crianças e estabelecer com elas vínculos de diálogo e de confiança.


Precisamos assumir o nosso papel na construção da felicidade de nossos filhos. Crianças infelizes, adultos infelizes. Crianças felizes, adultos felizes. Está na hora de mudar a história.


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